
Musseque , antes de ser uma peça para quatro bailarinos, é casa, é encontro, é um estar.
É de onde saíram há muito tempo e para onde voltam, em memória e em corpo, através do Kuduro. Aos corpos pede-se ritmo, precisão e resistência, para que, na turbulência de uma guerra, se encontre um pedaço de liberdade. Durante a Guerra Civil de Angola, o Kuduro foi música e dança, marginalizado por muitos, mas adorado pelo povo.
Aos quatro intérpretes em palco, pede-se agora a continuidade do que se viveu e sentiu, transformando em dança do presente as vivências já passadas, mas não esquecidas.
Neste palco, revisitam-se as periferias de Luanda, que são casa, os discursos que são revolução e os corpos que são resistência, num ritmo alucinante de movimentos que são resiliência de quem continua para lá da guerra. — Fábio “Krayze” Januário
Interpretação e cocriação Fábio “Krayze” Januário, Selma Mylene, Xenos Palma, Elvis Carvalho (Grelha)
Coprodução O Espaço do Tempo, Cineteatro Louletano e Centro Cultural Vila Flor, no âmbito do Projeto CASA
Residências Espaço Alkantara, B.Leza, UDance, Teatro do Bairro Alto, O Espaço do Tempo, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor
Agradecimentos Mélanie Ferreira, Marco da Silva Ferreira, Festival Ou.kupa, Fundação GDA, Teatro do Bairro Alto
Fonte: Teatro Rivoli. Horário, local exato e preço na página oficial.





